Grupos Especiais (GE) de Angola e Moçambique.

Ações disponíveis

Ações disponíveis ao leitor

Consultar no telemóvel

Código QR do registo

Partilhar

 

Grupos Especiais (GE) de Angola e Moçambique.

Detalhes do registo

Nível de descrição

Série   Série

Código de referência

PT/ADN/SGDN/CA/004

Título

Grupos Especiais (GE) de Angola e Moçambique.

Datas de produção

1967  a  1975 

Dimensão e suporte

21 cxs. (nº 13 - 33) com 173 processos.

História administrativa/biográfica/familiar

Os Grupos Especiais (GE) foram unidades militares criadas durante a Guerra Colonial/Ultramar (1961–1974). Eram formados principalmente por militares africanos recrutados localmente nas províncias onde ocorriam os conflitos como Angola, Moçambique e Guiné. Eram comandados em muitos casos por oficiais portugueses. Estes grupos tinham características semelhantes às tropas de operações especiais.

Funções, ocupações e atividades

Os GE eram unidades de infantaria ligeira, criadas para atuar como forças de resistência, treinados intensivamente, muitas vezes inspirado no modelo dos Rangers. Eram considerados como tropa de elite no contexto da guerra com funções ao nível das operações de patrulhamento e busca de guerrilheiros, segurança de áreas e populações, ações de choque e de intervenção rápida, recolha de informações e reconhecimento e acompanhamento das chamadas "Milícias locais".

Mandatos/fontes de autoridade

Os GE foram criados, quando se percebeu as vantagens em recrutar combatentes locais, nomeadamente o conhecimento do terreno e das populações, maior adaptabilidade ao clima e ambiente e a capacidade de comunicação com etnias e grupos locais.

Contexto geral

À semelhança dos GE, existiam outras tropas africanas semelhantes, caso dos Comandos Africanos, Fiéis (especialmente em Angola), Grupos Especiais Pára-quedistas (GEP), Milícias auxiliares locais e Flechas (em Angola, ligados à PIDE/DGS).

História custodial e arquivística

Esta documentação integrava o arquivo do SGDN.

Fonte imediata de aquisição ou transferência

Transferido em 2008 de São Julião da Barra para o ADN.