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Serviço de Informação Pública das Forças Armadas

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Serviço de Informação Pública das Forças Armadas

Detalhes do registo

Nível

Registo de autoridade   Registo de autoridade

Tipo de entidade

Código

SIPFA

Forma autorizada de nome

Serviço de Informação Pública das Forças Armadas

História administrativa/biográfica/familiar

A Secção de Informação Pública foi criada, em 1961 por despachos do ministro da Defesa Nacional de 1 de março e 21 de abril, a título provisório, na dependência da 2ª Repartição do SGDN. Tinha inicialmente a missão de orientar e controlar a divulgação de notícias de natureza militar, com o objetivo de auxiliar a formação e manutenção de uma opinião pública que facilitasse o cumprimento das missões atribuídas às Forças Armadas e o controlo de forma a evitar a divulgação de notícias que fossem inconvenientes a nível psicológico e da segurança das operações militares. O Serviço de Informação Pública, autonomizou-se devido ao volume de trabalho e desenvolveu-se devido à necessidade de impedir a difusão descontrolada de notícias sobre a ação das Forças Armadas, em especial no ultramar, de modo a evitar repercussões desfavoráveis na opinião pública. Por outro lado, este serviço prestava informações ao público, e em particular às famílias dos militares no ultramar, relativas ao estado de saúde dos militares, falta de notícias, subvenções e pensões de sangue e à chegada e partida de transportes. Tinha ainda a seu cargo a estatística nominal e numérica das baixas, registo de sepulturas, censura militar com vista à segurança operacional, desmentido de falsas notícias dadas pelo inimigo e contactos com a censura, imprensa, rádio e televisão através de reportagens sobre as atividades das Forças Armadas no ultramar.Para cumprir a sua missão e com o avolumar do serviço, o SIPFA propõe, em 1969, a reorganização do serviço e o seguinte quadro orgânico: 2 oficiais superiores, 9 capitães ou subalternos, 2 sargentos, 12 praças e 2 dactilógrafos.Em 1971, através da Nep 1, o SIPFA era composto por um chefe que dirigia e coordenava o serviço, e por 5 secções: Secção de Estudos Gerais, Secção de Informação, Secção de Baixas, Secção de Fotografia e Cinema e Secção de Expediente e Arquivo.Tinha como missão:a) Estudar e analisar a informação pública nacional e internacional nos aspetos político, económico, social e militar; b) Estudar as necessidades de informação pública ao nível nacional e promover as ações que facilitem a missão das forças armadas;c) Estudar, planear e impulsionar a informação e formação da opinião pública sobre as atividades das Forças Armadas garantindo a verificação dos resultados; d) Explorar as informações disponíveis através de adequada divulgação da informação pública, contrapropaganda ou visando efeitos de doutrinação;e) Manter ligação com os serviços afins e órgãos de informação públicos e privados para efeitos de coordenação e mútua colaboração; f) Superintender tecnicamente nos órgãos militares afins por forma a impulsionar a coordenação entre o departamento e os três ramos das forças armadas.